Em breve teremos uma nova metodologia na distribuição de preservativos na UENF!!!!!!!!
AGUARDEM....
terça-feira, 10 de maio de 2011
DST/AIDS: UM DEBATE NECESSARIO!!!!!!!
O EXTRA publicou em dezembro de 2010,que as doenças sexualmente transmissíveis atingem 10,3 milhões de homens e mulheres no Brasil, dado do Ministério da Saúde.A pesquisa enfatiza que os homens são mais resistentes ao tratamento e não busca o auxílio correto prestado pelo Serviço de Saúde, pois muitos se automedicam (cerca de 25%), enquanto as mulheres são as que mais procuram o serviço de saúde para se tratarem adequadamente.
Muitas veses nos deparamos com uma concepção machista que precisa ser desconstruída, pois o homem naturalmente não busca atendimento médico por vários fatores, dentre eles, o machismo conforme foi citado anteriormente.
Mas a questão da sexualidade deve ser debatida e refletida em todos os níveis de relacionamento do ser humano...
Tabus devem ser quebrados...
É preciso uma mudança de mentalidade e de postura...
Conversar, dialogar, refletir, multiplicar as informações sobre esta área são alternativas que podem minimizar essa falta de orientação, desmistificação de mitos,falta de cuidado com o próprio corpo, possibilitando novos horizontes e consequentemente uma melhor qualidade de vida!
Muitas veses nos deparamos com uma concepção machista que precisa ser desconstruída, pois o homem naturalmente não busca atendimento médico por vários fatores, dentre eles, o machismo conforme foi citado anteriormente.
Mas a questão da sexualidade deve ser debatida e refletida em todos os níveis de relacionamento do ser humano...
Tabus devem ser quebrados...
É preciso uma mudança de mentalidade e de postura...
Conversar, dialogar, refletir, multiplicar as informações sobre esta área são alternativas que podem minimizar essa falta de orientação, desmistificação de mitos,falta de cuidado com o próprio corpo, possibilitando novos horizontes e consequentemente uma melhor qualidade de vida!
Prevenir: uma ação educativa!
Os universitários e funcionários da UENF podem contar com o Banco de Preservativos localizado no Serviço Social do CCH. A distribuição é gratuita, cada pacote contém 16 preservativos e não é necessário se identificar com nenhum tipo de documento, basta apenas comparecer no setor para adquirir. É necessário que você se cuide, se ame e que esta relação seja mútua com o seu/sua companheiro(a) também!!!!Prevenir é a melhor medida!
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Fotos do Projeto de Extensão Educação, Saúde e Cidadania: formação e atuação de agentes multiplicadores de informação na prevenção das doenças sexualmente transmissíveis e AIDS na Vila dos Pescadores
Reunião com a Comunidade para conhecer melhor a sua realidade
Equipe em ação
pescador trabalhando...
A Comunidade Vila dos Pescadores
falta de saneamento básico um dos fatores de vulnerabilidade da Comunidade
Equipe em ação
pescador trabalhando...
A Comunidade Vila dos Pescadores
falta de saneamento básico um dos fatores de vulnerabilidade da Comunidade
Projeto de Extensão no Farol de São Thomé
O Projeto de Extensão cujo título, Educação,Saúde e Cidadania: Formação e Atuação de Agentes Multiplicadores de Informação na Prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids atua na Comunidade Vila dos Pescadores em Farol de São Thomé desde abril de 2010.
Este projeto tem a finalidade de sensibilizar a Comunidade referida sobre questões relacionadas à prevenção das DST/AIDS, com a perspectiva de aumentar seu nível de conhecimento, estimulando uma mudança comportamental com relação às práticas sexuais, tendo em vista à redução do índice de contaminação pelo vírus HIV no Município de Campos dos Goytacazes.
Tem como referência a atuação dos agentes multiplicadores na Comunidade do Matadouro, cujo trabalho vem sendo implementado desde 1999, em parceria com o Programa Municipal DST/AIDS de Campos dos Goytacazes. Além de ser um trabalho eminentemente de cunho educativo-preventivo junto à população de adolescentes, jovens e adultos da referida comunidade em Campos dos Goytacazes, irterfaceando o eixo educação e saúde.
É importante destacar que este projeto visa a interação e a construção de conhecimentos entre o saber acadêmico e o saber popular, num caminho de mão-dupla.
A comunidade Vila dos Pescadores foi escolhida para ampliar o enfoque extensionista da UENF na área de prevenção das doenças sexualmente transmissíveis, pois apresenta uma amostragem significativa de casos recentes do vírus HIV, dados epidemiológicos obtidos pelo Programa Municipal DST/AIDS; a população tem baixo grau de escolaridade; qualidade de vida precária e baixa renda familiar.
Com o advento do Complexo do Açu e do Estaleiro da Barra do Furado, localizados no entorno do distrito de Farol de São Tomé, a população torna-se cada vez mais vulnerável às doenças, drogas, prostituição e violência de um modo geral, com maior impacto nas comunidades mais empobrecidas, como a Vila dos Pescadores.
A primeira etapa da pesquisa foi conhecer a realidade da Comunidade analisando vários aspectos: fator sócioeconômico, grau de escolaridade, relação de gênero, acesso aos serviços de saúde, crenças, mitos e o nível de informação sobre as DSTs e AIDS.
Em 2011, pretende-se capacitar jovens e adolescentes em agentes multiplicadores de informação em DST/AIDS para elevar o nível de conhecimento da população. e implantar um banco de preservativos na Vila dos Pescadores para os próprios moradores.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
ORIGEM DA CAMISINHA
Ao contrário do que a maioria das pessoas imaginam, a camisinha é
uma invenção bastante antiga. Em 1300 a.C. os egípcios utilizavam um
envoltório sobre o pênis feito de linho, pele e materiais vegetais.
No século II a.C., os romanos começaram a utilizar estes envoltórios
produzidos a partir de intestinos de cordeiro e bexigas de cabra para
se protegerem de doenças sexualmente transmissíveis. Os romanos
acreditavam que tais doenças eram castigos lançados por Vênus, a deusa
do amor, que posteriormente teve seu nome dado a essas doenças e hoje
conhecemos por “doenças venéreas”.
Em 1564, o italiano Gabriel Fallopius inventou um saco de linho,
esse era colocado sobre o pênis de seus pacientes para protegê-los de
doenças. O anatomista obteve grande êxito com a invenção, pois além de
proteger contra as doenças, o saco de linho impedia a gravidez. Este
fato o tornou conhecido e sua produção tornou-se popular e bastante
usada.
Em torno de 1685, o envoltório recebeu o nome de condon na Inglaterra.
O condom era feito de intestino de cordeiro e lubrificado com óleo de
amêndoas. Em 1700, começaram a produzir este envoltório com intestino
de peixe, carneiro e ouros animais com o intuito de deixá-las mais
finas e menos incômodas.
No início do século XVIII, Londres funda a primeira loja de
preservativos. Estas eram feitas de intestino de carneiro ou cordeiro
com aromatizantes florais e sob encomenda. Em 1843, os preservativos
começaram a ser fabricados com borracha pela Hancock e Goodyear. Eram
pouco aderentes, irregulares e caras, o que fazia com que fossem usadas
várias vezes até que na década de 90 inventou-se o látex que deu ao
preservativo um aspecto mais fino e confortável. Em 1960, deixa de ser
utilizada por causa da invenção da pílula anticoncepcional mais retorna
em 1990, por causa da grande epidemia de AIDS
Autor Original: Gabriela Cabral
uma invenção bastante antiga. Em 1300 a.C. os egípcios utilizavam um
envoltório sobre o pênis feito de linho, pele e materiais vegetais.
No século II a.C., os romanos começaram a utilizar estes envoltórios
produzidos a partir de intestinos de cordeiro e bexigas de cabra para
se protegerem de doenças sexualmente transmissíveis. Os romanos
acreditavam que tais doenças eram castigos lançados por Vênus, a deusa
do amor, que posteriormente teve seu nome dado a essas doenças e hoje
conhecemos por “doenças venéreas”.
Em 1564, o italiano Gabriel Fallopius inventou um saco de linho,
esse era colocado sobre o pênis de seus pacientes para protegê-los de
doenças. O anatomista obteve grande êxito com a invenção, pois além de
proteger contra as doenças, o saco de linho impedia a gravidez. Este
fato o tornou conhecido e sua produção tornou-se popular e bastante
usada.
Em torno de 1685, o envoltório recebeu o nome de condon na Inglaterra.
O condom era feito de intestino de cordeiro e lubrificado com óleo de
amêndoas. Em 1700, começaram a produzir este envoltório com intestino
de peixe, carneiro e ouros animais com o intuito de deixá-las mais
finas e menos incômodas.
No início do século XVIII, Londres funda a primeira loja de
preservativos. Estas eram feitas de intestino de carneiro ou cordeiro
com aromatizantes florais e sob encomenda. Em 1843, os preservativos
começaram a ser fabricados com borracha pela Hancock e Goodyear. Eram
pouco aderentes, irregulares e caras, o que fazia com que fossem usadas
várias vezes até que na década de 90 inventou-se o látex que deu ao
preservativo um aspecto mais fino e confortável. Em 1960, deixa de ser
utilizada por causa da invenção da pílula anticoncepcional mais retorna
em 1990, por causa da grande epidemia de AIDS
Autor Original: Gabriela Cabral
segunda-feira, 22 de março de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
Uenf tem banco de preservativos para estudantes e comunidade
Em parceria com o Programa Municipal DST/Aids, a Uenf disponibiliza para seus alunos o Banco de Preservativos, que funciona no térreo do prédio do CCH (Centro de Ciências do Homem). Mensalmente o banco distribui 2.044 preservativos masculinos e femininos, os quais podem ser obtidos gratuitamente pelos alunos. Para isso basta fazer o cadastro no Serviço Social/CCH da Universidade. A cota mensal é de 16 preservativos por aluno.
Criado em 2006, o banco possui atualmente 500 alunos cadastrados e recebe uma cota extra de preservativos destinada às comunidades do Matadouro e Três Vendas, com as quais o Serviço Social/CCH desenvolve projetos de extensão. A proposta, segundo a assistente social da Uenf Maria Helena Barros, é promover entre os jovens o hábito de usar camisinha em todas as relações sexuais e alertá-los para a importância da prevenção contra doenças sexualmente transmissíveis.
- Geralmente o jovem usa o preservativo nas primeiras relações sexuais, mas quando se aprofunda no relacionamento abandona essa prática, usando métodos que só previnem a gravidez - diz Maria Helena.
Recentemente uma pesquisa realizada com 200 alunos da Uenf para subsidiar a monografia de uma aluna do curso de bacharelado em Ciências Biológicas constatou que o comportamento sexual dos jovens é arriscado. Mesmo com bom nível de esclarecimento sobre o assunto, muitos se aventuram em relações sexuais desprotegidas.
- O quantitativo de jovens que procura o banco ainda é tímido, se comparado ao número de alunos que estuda na universidade. É importante considerar os diversos fatores que influenciam na prática do uso do preservativo, como a religião, o discurso da confiança, gênero, cultura, escolaridade. Os homens são maioria na iniciativa de pegar os preservativos - afirma a assistente social.
Para ela, há ainda uma banalização da AIDS. Isto porque hoje o tratamento - quando existe adesão - consegue prolongar a vida do paciente. Maria Helena observa que muitos jovens vivem em situação de vulnerabilidade, mas ainda assim praticam sexo desprotegido, colocando em risco a própria vida, bem como daqueles com os quais se relacionam.
Aids aumenta entre as mulheres
Dados do CTA de Campos (Centro de Testagem e Aconselhamento) comprovam que, dos exames feitos em 18.940 pessoas, no período de 2006 a novembro de 2008, 84% eram mulheres e apenas 16% eram homens. A maioria dos resultados de HIV positivo também foi do sexo feminino (1,90%), contra 1,57% do sexo masculino, corroborando a tendência ao longo dos anos da feminilização da doença.
Outro dado alarmante é a disseminação da doença entre os idosos. No Brasil, dentre os mais de 500 mil casos notificados, cerca de 15 mil atingem a terceira idade. Em Campos, ainda de acordo com dados do CTA, os exames de HIV atestam um total de 326 idosos soropositivos, sendo 160 do sexo masculino e 162 do feminino.
Além da distribuição de camisinhas, o banco de preservativos da Uenf distribui folhetos educativos, folders, cartilhas sobre as DST e HIV/AIDS, e faz demonstração do uso correto, tomando como base as próteses dos aparelhos genitais masculinos e femininos, para aqueles que ainda não sabem utilizar corretamente a camisinha.
Uma nova ação do projeto, implantada desde 2009, com a infraestrutura adquirida pela Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (Proex) (tenda, sombreiro, cadeiras),é o DST Itinerante, que irá ao encontro do aluno e funcionários, permitindo-lhes o acesso mais fácil ao preservativo. De acordo com o cronograma de visitas, serão beneficiados todos os Centros da Universidade, fazendas (Colégio Agrícola, Itaocara) e Lenep, incluindo as comunidades do Matadouro e Três Vendas.
Maria Helena lembra ainda que o teste de HIV é gratuito e realizado no Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) do Programa Municipal DST/AIDS/ Hepatites Virais, que fica situado na rua Conselheiro Otaviano, 241. Antes de fazer o teste é preciso assistir uma palestra ministrada no próprio local. Além do teste de anti-HIV são realizados também testes para hepatite.
terça-feira, 2 de março de 2010
Prevenção DST/AIDS na UENF
Espaço aberto para tirar dúvidas ou levantar debates sobre DST/AIDS pela comunidade universitária da UENF.
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